domingo, 19 de março de 2017

Plasma para tratamento Dermatológico



 Retornando após um longo período de mudanças! Mudança de casa, de clínica, de país, mas sem mudar a grande vontade de comunicar o novo, o já consagrado e as orientações que podem auxiliar as pessoas a viverem melhor.

  Já de início vou colocar uma grande novidade vinda do Congresso de Medicina Estética de Portugal: o Plasma.

 Mas o que seria isso? Algo fantasmagórico? Mágico? Não. É um fenômeno físico. Há uma mudança de estado físico do sólido para o gasoso sem passar pelo estado líquido, ou seja, sublimação. 

  Isto se consegue com um aparelho que utiliza a diferença de carga eletromagnética entre a ponta do manípulo e a pele do paciente. Como resultado da ionização/excitação dos átomos do gás presente entre a ponta do instrumento e a pele do corpo, produz-se um raio de micro-plasma praticamente imperceptível que causará o efeito desejado.

 Além da remoção das lesões, causa uma bioestimulação ou formação de novas fibras de colagênio.

 É possível, desta forma, remover lesões cutâneas sem a necessidade de anestesia, sem cortes ou sangramentos, com muito menos risco de cicatrizes. Pequenos sinais, fibromas, xantelasmas (aquela gordurinha amarela nas pálpebras), quistos, acne ativa com as temidas borbulhas, micro pigmentações e até quelóides podem ser tratados.


 E o melhor: trata rugas do código de barras além de outras de forma natural. Corrige o excesso das pálpebras sem a necessidade de cirurgia ou pós-operatório com inchaço, manchas escuras ou hematomas.

 Não perca o vídeo de demonstração da simplicidade do processo. Cada vez mais a medicina procura procedimentos não invasivos com menos riscos para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 Boa semana e aguardem mais novidades!


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

 A Graça do Natal



  Todos os anos durante o mês de dezembro vai ocorrendo uma transformação nas pessoas. 

  E começo a notar cada vez mais cedo esta mudança. Muitas vezes já no mês de novembro um clima de correria e final de mundo se instala. 

  As pessoas com pressa de chegar, não sabem bem aonde. Impacientes no trânsito xingam-se e fazem manobras arriscadas. 

  No trabalho, então, mostram-se aflitas com prazos de entrega, cobranças de vendas e fechamentos.

  Aquela angústia em encontrar o presente ideal para todos das intermináveis listas. 

  E por mais que se esforce, sempre haverá alguém da mesma lista descontente.

  Então eu me pergunto se é este o verdadeiro espírito de Natal.  

  Onde foram parar a consideração, a bondade, a esperança de paz e entendimento entre as pessoas da família e do mundo em geral ?

  Não seria este o momento de nos conectarmos com nosso ser essencial interior e repensarmos o  que a vida espera de nós e o que eu espero da vida; e renovados por este espírito, iniciarmos um renascimento a cada ano mais fortalecidos?

  Deus amou-nos primeiro, e esse amor de Deus apareceu no meio de nós, fez-se visível quando Ele enviou seu Filho. 

  Se somos tão amados, somos capazes de derramar um pouquinho deste amor sobre os outros. 

  Um pouco mais de atenção para com o outro. 

  Colocar-se no lugar deste e tentar entender sua visão, seus motivos, suas motivações.

  Na verdade, este é o presente mais precioso e tão em falta nos dias atuais: o amor. 

  Que neste dia saibamos receber a Graça do Natal como crianças, abrindo as nossas portas ao bem, ao emocionante. 

   E que a alegria, a paz, a acolhida e o perdão façam parte dos nossos presentes.


  Que a amargura, o rancor e a tristeza se apaguem de suas lembranças e o ano novo que se aproxima seja um recomeço cheio de boas esperanças. 

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Proteção solar - parte 2

http://satelite.cptec.inpe.br/uv/
Índice de Ultravioleta

 Continuamos nossa série sobre proteção solar.

 Estudos demonstraram que o uso de protetor solar nos primeiros anos de vida, reduzia 78% a incidência de câncer de pele durante toda a vida. E o número de queimaduras solares na infância e adolescência, por outro lado, aumentava o risco de câncer de pele no adulto.

 Mas qual o melhor fator de proteção a ser usado? Para descobrirmos isso, vamos explicar primeiramente as radiações que atingem a nossa pele e os fatores que interferem nos índices de raios UV.

 A radiação ultravioleta representa 10% da radiação solar que atinge a atmosfera. Pode ser dividida pelo comprimento de onda em UV-A (315 a 400 nm) UV-B (280 a 315 nm) e UV-C (100 a 280 nm).

 A radiação UV-C é absorvida pelo oxigênio e ozônio da estratosfera, enquanto a UV-B sofre absorção pelo ozônio, mas é espalhada por moléculas e a UV-A sofre menor absorção pelo ozônio.

 Os níveis de raios ultravioleta que atingem a superfície dependem, então, de uma série de fatores em conjunto. O primeiro é o ozônio, o principal absorvedor dos raios UV. Infelizmente devido ao uso de gases criados pelo homem para refrigeração, desodorantes e sprays e clorofluorcarbonetos, a camada de ozônio foi sendo reduzida principalmente nas regiões de alta latitude e polos.

 A altitude também é importante. Quanto maior for a altitude, menor a camada da atmosfera e maior a quantidade de raios UV que atingem o local. As nuvens também conferem alguma proteção. Em dias de céu claro sem nuvens há uma maior quantidade de raios UV.

 A hora do dia e a estação do ano influenciam na quantidade dos raios UV de forma que quanto mais alto o sol estiver no céu, maiores os níveis de UV. Isto porque o caminho reto dos raios é mais curto do que um trajeto de incidência inclinada dos raios. Assim, horários próximos ao meio-dia e no verão, o índice de UV atinge seus valores máximos.

 Poluição e partículas presentes na atmosfera interagem com os raios UV, refletindo esta radiação para outras direções e às vezes até absorvem parte da radiação, por incrível que pareça protegendo-nos.

 A superfície do solo onde se está também interfere, refletindo a radiação incidente como na neve ou no asfalto, piorando as queimaduras.

 Desta forma, a Organização Mundial da Saúde criou o índice de Ultravioleta para orientar a população quanto à necessidade de uso do protetor, sendo mais importante do que o horário do dia.

 Quanto maior o valor do índice, pior será o dano solar. É considerado baixo menor que 2, médio de 3 a 5, alto maior do que 6, muito alto maior do que 8 e extremo superior a 11. O uso de protetor solar já está indicado em níveis acima de 3. Em casos extremos recomenda-se não sair ao sol.

 Na próxima publicação continuamos nossa série sobre fotoproteção. Fiquem com Deus e até lá.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Proteção solar - parte 1

 Proteja-se no verão


 Com o verão chegando, vamos iniciar uma série de publicações a respeito de proteção solar.

 Para começar, vamos falar sobre a quantidade correta para ser usada do protetor. Muitas pessoas se queixam que o filtro solar não protegeu adequadamente e deixou queimar . Por que será que isso aconteceu?

 Em primeiro lugar, para o filtro solar ser eficaz, deve dar uma cobertura mínima de 1 mm de espessura sobre toda a pele, para tal, devemos aplicar uma quantidade de 2 mg/cm2 de forma uniforme. Ou seja, para um adulto de 70 quilos e 1,70 de altura, deveria aplicar de 35 a 40 gramas do produto. Neste momento você deve estar me perguntando: "Mas como é que faço estas contas na correria da praia, tentando aplicar o filtro nas crianças que não querem parar quietas e esperar para entrar no mar?"

É realmente bem difícil. Principalmente quando se é mãe e precisa aplicar em todos rapidinho e se sobrar um tempo, aplicar em si mesma durante o caminho até o mar.

 Para facilitar é que foi criada a regra da colher de chá. Ou melhor, a quantidade boa para ser aplicada corresponde a uma colher de chá do protetor para a área da cabeça, uma colher para cada braço, duas colheres para o tronco e duas para cada coxa e perna.

  Mãe leva chapéu, boné para todos, camiseta, toalha, lanchinho, água, repelente, raquete, peteca, bola, brinquedos, fraldas, etc. Basta olhar o tamanho da bolsa de praia da mãe para saber o quão prevenida ela é. Tudo bem que mãe é prevenida, mas quem leva colher de chá na praia?

  Se ainda assim for difícil o cálculo, então o melhor mesmo é aplicar o fotoprotetor em duas camadas, uma seguida à outra para garantir.

 Afinal, a aplicação inicial é a responsável pelo sucesso da proteção. A reaplicação deverá ser feita após o tempo determinado pela formulação. Em geral é após duas horas, sendo que alguns protetores resistem mais tempo, resistem ao suor e à água.

  A Sociedade Portuguesa de Dermatologia recomenda o uso de fator de proteção mínimo de 30. Nas próximas publicações vamos explicar a escolha do fator de proteção solar e o chamado ppd. Cuide-se e até lá.